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Financial Times: Costa "supera expectativas" no primeiro ano como primeiro-ministro
02/01/2017 14:35

Num artigo publicado esta segunda-feira, 2 de Janeiro, o Financial Times realiza um balanço ao primeiro ano de governação de António Costa. Para o jornal britânico, o primeiro-ministro português conseguiu neste período "confundir" os seus críticos, tendo beneficiado da recuperação económica para o conseguir.
 
O FT começa por sublinhar que "subsistem preocupações" no que concerne ao grau de recuperação económica, que dá apenas os primeiros sinais positivos para, ainda assim, concluir que o primeiro-ministro que defende políticas anti-austeridade acabou por "superar as expectativas" findo o seu primeiro ano como chefe de Governo.
 
E prossegue recordando as dúvidas que surgiram quando Costa chegou ao poder depois de concretizado um inédito acordo de incidência parlamentar com partidos da extrema-esquerda. Para este efeito recupera as palavras do ex-primeiro-ministro e presidente do PSD, Passos Coelho, que na altura avisava esperar não ser chamado para governar novamente quando a "casa estiver em chamas".
Só que "não houve nenhum fogo", lê-se no artigo do FT que salienta as sondagens muito favoráveis a António Costa e ao PS. No entanto, o jornal britânico frisa que existe "cepticismo" quanto à actual solução de Governo e respectiva política económica, designadamente da parte dos "credores internacionais, dos mercados financeiros e das agências de ‘rating’".
 
O FT especifica que o motivo de maior preocupação passa pelo facto de o crescimento do PIB em 2016 de 1,2%, previsto pelo Banco de Portugal, poder ser insuficiente para suportar uma elevada dívida pública, que se situa acima dos 130% e que no ano que agora terminou voltou a crescer.
 
No texto hoje publicado é também realçada a política de reversões iniciada pelo actual Governo e citada uma afirmação em que António Costa responsabiliza as políticas de austeridade por "manterem as economias deprimidas e as sociedades divididas".
 
Sendo que o FT nota, em conclusão, que instituições tais como a Comissão Europeia e o Fundo Monetário Internacional (FMI) consideram que a capacidade demonstrada por Lisboa para cumprir as metas de contenção orçamental se deve em grande medida ao congelamento (cativações) de despesas em áreas como Saúde e Educação. 

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